segunda-feira, 25 de agosto de 2003

Anti-antiamericanismo

Acabei de ler uma entrevista na Carta Capital com um tal de Evo Morales, plantador de coca "para fins medicinais" e possível futuro presidente da Bolívia. Mais uma voz na américa latina a fazer coro com os esquerdinhas de praxe, fazendo coro e batendo na velha tecla do imperialismo americano. Ele tem como exemplos, "líderes" como ele mesmo chama, Lula, Hugo Chavez e Fidel Castro (olhem só na compania de quem ele coloca nosso presidente).
No texto aquele velho discurso rancoroso, tacanho, esquizofrénico, púbere, inconsequente, demagógico e fanático que caracterizam os discursos da esquerda latino-americana. Seja da boca da Heloisa Helena, seja da Luciana Genro, Babá ou Stedille, o discursinho não muda.
Se existe mesmo o tal do imperialismo yankee, e retirando desses discursos os mitos, os exageros e as calúnias, não sobra muito do tal imperialismo. Se existe mesmo essa coisa que se convencionou chamar de imperialismo americano, (ao meu ver está mais para supremacia americana, não tenho um pingo de inveja dentro de mim que me impeça de usar esse termo), bem, então, infelizmente, ela não encontra nessas pessoas ou doutrinas ridículas uma alternativa melhor. Sairíamos da frigideira para cairmos no fogo.

Nenhum comentário: